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Conheça a Garreira: Aline

Conheça o nosso time de voluntárias por trás dos projetos da GARRA!

Aline (Ali) é especialista em participação popular, Mestre em urbanismo pela Columbia University e morando em NY desde 2018. Ali decidiu mudar-se para Nova York após uma carreira de quase 10 anos trabalhando em participação pública e urbanismo internacionalmente. A decisão veio de um impeto de conseguir um alcance e impacto maiores para o seu trabalho e, consequentemente, trazer mais equidade e participação popular para bairros e cidades. Ali tornou-se uma garreira em Maio de 2020, quando, em meio a pandemia, percebeu a importância de olhar para o lado, ajudar os outros, e auxiliar para a construção de uma coesão dentro da comunidade brasileira.


1. Quando começou sua trajetória de imigrante e por que decidiu embarcar nessa aventura?    

A: Comecei a trajetoria como imigrante em 2018. Vim para fazer um mestrado na universidade Columbia. Meu grande objetivo por trás da minha mudanca para NY foi o de me tornar uma profissional melhor e poder criar um impacto maior nas comunidades que atuo. Meu objetivo de carreira é poder trazer equidade para cidades e bairros. Acima de tudo ouvir as vozes de minorías e conseguir integrá-las dentro das decisões públicas. Encontrei na Garra um alinhamento de objetivos e uma possibilidade de dar visibilidade a minoría que eu mesma pertenco (mulher imigrante brasileira).

2. Quais foram os maiores obstáculos como imigrante e como os venceu?    

A: O maior obstáculo ocorreu em março de 2020. Sempre fui muito engajada e interessada tantos nas aulas de mestrado como tambem nos meus trabalhos em empresas de NY. Porém, o coronavirus veio como um avalanche e destruiu tudo que eu havia construido anteriormente. Acabei com um diploma e um prêmio de honra nas mãos, mas sem emprego, com riscos devido à visto, e em uma situacao de vulnerabilidade absurda. Minha superação está totalmente relacionada à Garra. Assim que me dei conta da minha situação de vulnerabilidade, entrei em contato com a Stephanie e Dani, que me acolheram de braços abertos e me auxiliaram a ultrapasar os desafíos que estava.

3. Como encontrou seu lugar, sua comunidade nos EUA tão longe de casa?    

A: Primeiro de tudo, eu moro com o meu parceiro, que também e brasileiro. Então, eu tenho um pedaço da minha comunidade vivendo comigo. As meninas da Garra complementaram ese papel. Para falar a verdade eu as vejo quase como parte da minha família.

4. Qual dica não deixaria de dar para outras mulheres brasileiras pensando em começar sua jornada pela imigração?    

A: Eu diría que não é um caminho fácil de se trilhar, mas que é possível. Diria para juntar as suas forças, organizar o seus sonhos e vir!

5. O que te levou à ser uma Garreira?    

A: Quando eu estava na minha maior vulnerabilidade, eu fui acolhida pela Garra. Isso me mostrou a importância de ter uma comunidade e eu percebi que quero ser garreira para sempre.

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